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Resenha: Um Lugar na Janela

Uma das minhas maiores vontades sempre foi ler algum livro da Martha Medeiros. Todas as vezes que lia textos e crônicas da autora por aí, ficava impressionada com seu jeito de escrever e com a facilidade que ela tinha de falar, muitas vezes, algo por mim.
Foi por esse motivo que no Natal de 2012, coloquei dois livros da Martha entre meus desejos. Por sorte, ganhei os dois: “Fora de Mim” e “Um Lugar na Janela”. Para começar, resolvi fazer a resenha do segundo, já que muitas pessoas me pediram para falar sobre ele. Então… Pedido atendido!

Sinopse: Em Um Lugar na Janela, a cronista Martha Medeiros abre espaço para a viajante. Aqui não há nada inventado, tudo aconteceu de verdade: as melhores lembranças, as grandes furadas ainda em tempos pré-internet, as paisagens de tirar o fôlego. A autora de Feliz por nada compartilha com seus leitores as mais afetuosas memórias de viagens feitas em várias épocas da vida, aos vinte e poucos anos e sem grana, depois, já mais estruturada, mas com o mesmo espírito aventureiro, e com diversos acompanhantes: as amigas, o marido, as filhas, o namorado, não importa a companhia, vale até mesmo viajar sozinha. Com o mesmo estilo pessoal das crônicas, Martha Medeiros transmite aquilo que de melhor se leva de uma viagem: as recordações. É como deixar-se perder num lugar novo – pode ser uma mochilagem pela Europa, uma aventura em Machu Picchu, uma temporada no Chile, poucos dias no Japão – para depois se reencontrar consigo mesma. Um lugar na janela é um convite para deixar de lado a comodidade do sofá, as defesas e embarcar junto com Martha. O bom viajante é aquele que está aberto a imprevistos, ou seja, a viver.

Um dos meus maiores desejos é percorrer o mundo. Sempre tive vontade de conhecer pessoalmente todos aqueles pontos turísticos que só conheço por fotos. E esse foi um dos motivos que me fez querer tanto o livro “Um Lugar na Janela”, da Martha Medeiros. Afinal, ele é cheinho de crônicas sobre lugares que a autora viajou nesses últimos anos. Já posso morrer de inveja?
O mais interessante no livro é que ele não tem nada a ver com um guia turístico. Quando lemos suas crônicas, sentimos que ela é só uma amiga nos contando suas aventuras por terras diferentes. E aventuras não faltam!
Além disso, podemos acompanhar sua evolução como “viajante”. No começo, sem grana no bolso e se hospedando na casa de um amigo de um amigo de outro amigo. Depois, percebemos uma mulher mais madura, mais reconhecida e até com um poder aquisitivo melhor. Mas que, mesmo assim, ainda vive momentos inesquecíveis em cada destino escolhido.
No decorrer do livro, Martha divide conosco todas as suas lembranças e emoções. Uma das minhas partes favoritas (e que vou levar para a vida!), é quando ela diz que, ao viajar, nós descobrimos alguns lados que, até então, não conhecíamos. Acabamos tendo contato com sentimentos e parte da nossa personalidade que nunca se mostraram para nós. Como, por exemplo, a “cara de pau”. Segundo ela, viajar é um ótimo exercício para aprimorá-la.
Sem dúvidas, esse é um dos melhores livros que já li. Até agora, é o favorito do ano. Fiquei encantada pelo estilo de escrita da Martha e pela forma que ela contou suas viagens e lembranças. Não é a toa que a autora é uma das mais consagradas no país, né?
Só espero que ela faça uma versão dois do livro. Como ela até disse no início, há muitas viagens que não foram relatadas em “Um Lugar na Janela”. Eu, por ser curiosa, já quero conhecê-las!
Avaliação:
Vale lembrar que a resenha se resume à minha opinião. Vocês podem expor o que acharam do livro aí nos comentários e até discordar do que eu disse do post. Desde que mantenham o respeito.
E vocês? Já leram ou querem ler “Um Lugar na Janelai”? Conta pra gente!

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2 comentários

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