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Resenha: Lonely Hearts Club

Eu, Penny Lane Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver. Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, quando não estiver mais morando em Parkview, Illinois, nem freqüentando a escola McKinley, mas, por hora, não quero mais saber de garotos. São todos a escória da humanidade, mentirosos e traidores. Sim, todos eles. A essência do mal. Claro que alguns parecem ser legais, mas assim que conseguem o que querem, dão o fora em você e partem para o próximo alvo. Então, cansei. Chega de namorar. Fim.

Senti dificuldade em começar esta crítica, pois eu não esperava gostar tanto quanto gostei desta história. Mas, prometo, manterei uma distância segura para analisar a história de forma coerente.
Penny Lane Bloom é uma das protagonistas mais divertidas que encontrei na minha meta de leitura 2012. Depois de tantos livros cheios de drama e indecisão, eu não poderia ter feito uma escolha melhor, pois é exatamente isto que Penny vem propor: Uma pausa aos dramas. Afinal, sejamos sinceras, quantas de nós, mulheres, nunca chegaram a pensar: “Chega. Estou desistindo dos homens”, nem que tal pensamento só durasse um tempinho?
Penny é uma personagem totalmente realista, com a qual eu pude me relacionar em diversos momentos. Além disso, sua narrativa torna o livro engraçado e contínuo. Você não tem vontade de largá-lo, é gostoso estar lendo. Os cenários são um pouco limitados, mas neste livro em particular, não foi algo que me incomodou. A única coisa que às vezes me fez sentir como se estivesse “perdendo a piada” foram algumas referências às músicas dos Beatles, mas nada que eu não esperasse e que, portanto, não diminui em nada o valor da história (inclusive, para os fãs da banda, isso pode tornar o livro até mais interessante). Em relação aos romances, eles são satisfatórios, com personagens masculinos muito bons. Cada um com um traço marcante de personalidade e, é claro, todos os tipos de homens que uma mulher conhece em sua vida (o canalha, o fofo, o que parece príncipe mas é sapo, etc).
Adorável e surpreendente, é uma leitura despretensiosa e descontraída que te fará rir e se divertir. Super recomendada, especialmente para quem teve o coração partido (há pouco ou há muito) e achou que o mundo acabaria. É impossível você não se reconhecer pelo menos um pouquinho. E, sendo assim, escute quando a Penny diz: “Você ficará bem”.

O toque dele costumava ser tudo o que eu desejava. Minha vida costumava girar alegremente em função de momentos como esse – nós dois sozinhos, nós dois em segredo. (…) Meu amor costumava fazer dele uma pessoa bonita, não importava como se comportasse, não importava o que fizesse. (P.180)


Avaliação:

QUEM ESCREVEU ESTE POST?

Anna, 18 anos, estudante de Tradução e Interpretação, escorpiana. Tem mais livros do que espaço para armazená-los, sonha em se tornar escritora, é viciada em seriados, adora cinema, e ouve qualquer música desde que a letra lhe agrade. Anna Laitano  divide sua estante de livros com a gente no Querida Prateleira e fala sobre o que lhe dá na cabeça no Twitter.

Agora quero saber de vocês: já leram o livro? Ficaram curiosos? Conta pra gente!

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1 comentário
  • It girls
    fevereiro 27, 2013

    Já li o livro e ele é um dos meus favoritos.

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