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Filmes do Oscar 2018: os 5 títulos que você precisa assistir!

Filmes do Oscar 2018: Corra, Três Anúncios para Um Crime, A Forma da Água, Lady Bird, Eu Tonya

Eita ano difícil para o cinema! Calma, não estou dizendo isso como algo ruim. Na verdade, é bem pelo contrário! Os filmes do Oscar 2018 foram tão bons que eu ficaria feliz por uns 4, caso fossem um dos vencedores da premiação. Tanto que, na noite do evento, eu nem sabia direito por quem torcer.

Os filmes do Oscar 2018 que você precisa assistir!

Para evitar um trilhão de postagens de resenhas sobre os filmes do Oscar 2018, resolvi juntar os meus 5 favoritos em apenas um post! Assim, além de incentivar vocês a assisti-los, ainda conto um pouquinho o que achei de cada um. Vale lembrar que são meus favoritos entre os que assisti – e não foram todos, tá?

Agora sim, prepara a pipoca aí 😉

Corra!

(Get out)

Sinopse: Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento. Mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

A história se tornou uma das minhas favoritas. De início, achei que seria um filme de terror meio clichê, sabem? Daqueles em que o protagonista vai para um local e lá acontecem algumas coisas bizarras. O roteiro do longa prende o espectador e vai jogando algumas ~dicas~ sobre o que virá. O que mais gostei é que o filme trata o racismo de uma forma diferentona, usando várias referências que passam despercebido para quem não conhece. Impossível não pensar em como o preconceito está enraizado na sociedade, sabem? Fica a reflexão.

Três Anúncios para um Crime

(Three Billboards Outside Ebbing, Missouri)

Sinopse: Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.

Outra história ~diferentona~ entre os filmes do Oscar 2018. Três Anúncios para um Crime me conquistou não só pela história ou pela atuação da Frances. Mas, também, pela forma como os personagens são profundos e vão crescendo no decorrer da trama.

O que eu adorei no roteiro é que ele não foca no crime, sabem? Mas, sim, em como esse acontecimento mudou a vida da Mildred e de todos na cidade. Os diálogos são incríveis, há várias conversas que nos fazem refletir, até mesmo sobre coisas simples da vida. Sério, incrível!

A Forma da Água

(The Shape of Water)

Sinopse: Em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate, ela recorre ao melhor amigo, Giles (Richard Jenkins), e à colega de turno, Zelda (Octavia Spencer).

Lindo e poético, esse é A Forma da Água. Os detalhes tornam o filme único e lindo. A começar pela fotografia, que é encantadora. Adoro quando há essa preocupação em demonstrar o sentimento dos personagens por meio da fotografia. O que também me conquistou foi a trilha sonora – tem até música PT-BR! E não posso esquecer de citar a atuação da Sally, que está incrível.

A Forma da Água foi todo pensado para o Oscar, não é a toa que levou o prêmio de Melhor Filme para casa. É lindo de se ver, daqueles que você sai apaixonada do cinema. Não só pela história ou pelos personagens, mas, sim, pela obra completa. É artístico, sabem?

Lady Bird – A Hora de Voar

(Lady Bird)

Sinopse: Christine McPherson (Saoirse Ronan) está no último ano do ensino médio e o que mais deseja é fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, ideia firmemente rejeitada por sua mãe (Laurie Metcalf). Lady Bird, como a garota de forte personalidade exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto sua hora não chega, no entanto, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora.

Quando assistimos ao trailer de Lady Bird, parece que é ~só~ uma história sobre uma adolescente rebelde, né? E até é. Mas é lindo!

Qualquer pessoa pode se identificar com a Lady Bird e aí está a graça da coisa. Ao contrário de muitos filmes sobre jovens, onde o foco é só festa, namoro e aqueles dramas de sempre, a história traz muitas complicações que vivemos nessa etapa da vida. Tudo isso saindo do raso, sabe? Então, a gente (re)vive tudo com a personagem: primeiro amor, último ano na escola, amizade, vergonha da sua classe social, entre outros.

O que eu também adorei no filme é a forma como ele muda de tom de uma forma sutil. Dá até para reparar isso no trailer! A delicadeza com que foi contada essa história é apaixonante. Faz todo sentido estar entre os filmes do Oscar 2018. Uma pena que levou nenhuma estatueta para casa 🙁

Eu, Tonya

(I, Tonya)

Sinopse: Baseado em fatos reais, desde muito pequena exibindo talento para patinação artística no gelo, Tonya Harding (Margot Robbie) cresce se destacando no esporte e aguentando maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe (Allison Janney). Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas em um relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994. 

Eu dificilmente curto filmes sobre uma personalidade conhecida, mas Eu, Tonya veio para quebrar isso em minha vida, haha! A história é baseada em fatos reais e foi dividida como se fosse um documentário, com os personagens (atores) dando os depoimentos. O legal é que você vê aquela situação pelo olhar de várias pessoas.

A Tonya é uma pessoa bem excêntrica – por falta de palavra melhor – e a Margot deu um show de atuação! O filme trata sobre diversos assuntos que se tornaram pauta de uns tempos para cá, como relacionamento abusivo e agressão doméstica. Ah, e não só entre namorados, como, também, na família. Até porque a mãe da Tonya é uma pessoa bem complicada e usa muito a violência com a filha.

Agora quero saber de vocês: quais foram os seus filmes do Oscar 2018 favoritos? Temos algum em comum? Comentem aí!

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